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PLATINA


Este metal situado no grupo 10 (antigo 8B) da Classificação periódica dos elementos, da série metais de transição. Quando puro, é de coloração branca acinzentada opaca, precioso, pouco maleável e dúctil. É resistente à corrosão e se dissolve na maioria dos ácidos, porém é atacado pelo ácido clorídrico (HCl), e sulfúrico (H2SO4). Dependendo das condições, pode reagir com haletos, halogênios, enxofre, ferro, níquel e outros elementos, assim como o calcogênio e alguns dióxidos básicos fundidos. Pode ser usada em diversos modelos como:platina na perna como implante para poder adiantar mais o tratamento e recuperação da perna ou da coluna.
A primeira referência à platina surge nos escritos de Julius Caeser Scaliger,
em 1557, que a descreve como uma substância encontrada nas minas do que é hoje a América Central e que "até agora não foi possível fundir pelo fogo ou por qualquer das artes espanholas". Em meados do século XVIII há referência à platina como um material que surge misturado com o ouro nas minas da Colômbia. O nome de platina é um diminutivo depreciativo da prata (plata), em certa medida pela semelhança das suas propriedades. Neste mesmo século chegaram as primeiras amostras de platina à Europa, tendo sido as primeiras experiências com este metal realizadas pelo médico inglês William Brownring que as comunicou à Royal Society em 1750. Em 1775, l’Ísle conseguiu pela primeira vez fundir platina que havia separado de uma mistura de ferro e areia. Pierre-Francois Chabaneau desenvolveu e patenteou, em 1786, um processo de produção de platina maleável. A primeira amostra de platina pura parece ter sido obtida em Inglaterra, em 1803, por W. H. Wollaston que estudou cuidadosamente várias soluções de platina em aqua régia, o que levaria também à descoberta de outros elementos como o paládio e o ródio. O método de Wollsaton foi, em certa medida, precursor de algumas das modernas técnicas metalúrgicas de obtenção de platina.

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Fontes: pt.wikipedia.com
nautilus.fis.uc.pt